Meus Quereres
Queria ter um melhor entrosamento com as palavras. Queria saber com melhor arrumá-las, como encadear preposições, conjunções, locuções, substantivos, adjetivos... Queria, sobretudo, saber construir versos, quem sabe estrofes inteiras. Um sonetinho 4-4-3-3 já estaria de bom tamanho. Queria idéias criativas, originais e não clichês batidos e lugares comuns que insitem em povoar meus pensamentos. Infelizmente, inspirações deste tipo só ocorrem aos grandes, aos que conseguem, por meio dos dedos que tocam as teclas do teclado, tocar a face de Deus.
Queria, acima de tudo, não soar piegas, embora reconheço que seja díficil cumprir tal tarefa quando falamos das coisas do coração - viram, uma expressão piegas acabou de escapulir. "Coisas do coração", onde já se viu... Queria, também, não parecer demasiado malancólico, como Álvares de Azevedo. Sua tez alva não me remete a morbidade, antes me preenche com o sopro de vida que emana de seu fascinate colo. Queria afastar, desde agora, a impressão de que tenho uma obsessão doentia por ela. Não a coloco em um pedestal de adoração religioso. Apesar de não conhecê-los, sei que tem defeitos, que é feita de pele, ossos e sentimentos, como eu. Ah, mas faria o possível e o impossível para conhecer esse eu dela cheio de imperfeições, que deve ser tão ou mais apaixonante que o eu de uma austeridade doce que desvelou-se diante de mim em nosso contado superficial.
Mesmo consciente de minha condição de gentio, queria ter a fibra de grandes personagens históricos, que com paixão em seus corações, lançavam-se contra todas e quaisquer convenções e tradições caducas, fazendo a roda do mundo girar, o futuro bater em nossas portas. Correndo o risco de, aos olhos dela, parecer um inconveniente e petulante, queria que essas mal traçadas linhas alcançassem seus olhos, tocassem de alguma forma seu coração. Queria que essas palavras ressossem por este vasto mundo virtual e encontrassem acolhida nos únicos olhos azuis que tem o poder de deixar minha respiração em suspenso. Queria...
Queria, acima de tudo, não soar piegas, embora reconheço que seja díficil cumprir tal tarefa quando falamos das coisas do coração - viram, uma expressão piegas acabou de escapulir. "Coisas do coração", onde já se viu... Queria, também, não parecer demasiado malancólico, como Álvares de Azevedo. Sua tez alva não me remete a morbidade, antes me preenche com o sopro de vida que emana de seu fascinate colo. Queria afastar, desde agora, a impressão de que tenho uma obsessão doentia por ela. Não a coloco em um pedestal de adoração religioso. Apesar de não conhecê-los, sei que tem defeitos, que é feita de pele, ossos e sentimentos, como eu. Ah, mas faria o possível e o impossível para conhecer esse eu dela cheio de imperfeições, que deve ser tão ou mais apaixonante que o eu de uma austeridade doce que desvelou-se diante de mim em nosso contado superficial.
Mesmo consciente de minha condição de gentio, queria ter a fibra de grandes personagens históricos, que com paixão em seus corações, lançavam-se contra todas e quaisquer convenções e tradições caducas, fazendo a roda do mundo girar, o futuro bater em nossas portas. Correndo o risco de, aos olhos dela, parecer um inconveniente e petulante, queria que essas mal traçadas linhas alcançassem seus olhos, tocassem de alguma forma seu coração. Queria que essas palavras ressossem por este vasto mundo virtual e encontrassem acolhida nos únicos olhos azuis que tem o poder de deixar minha respiração em suspenso. Queria...

0 Comments:
Postar um comentário
<< Home