Please, let me go!
Não há nem como tentar. Simplesmente não dá. Ser ridídulo é parte íntima de meu ser, ainda mais quando o assunto é o amor. Minha ridicularidade em torno de tão ditoso assunto se potencializa de tal maneira que só me falta aceitar os fatos... Procurar meu nariz vermelho, minha cartola e a florzinha que esguicha água nos mais incautos... Vamos ao picadeiro... É o que me resta...
Faz tempo aprisiono isso dentro de mim. Talvez porque seja egoísta, e isso sou mesmo, na maior parte do tempo. Mas, antes, acho que guardo isso só para mim em minha caixa preta particular, pois sou o palhaço corvade do show... Aquele assecla desajeitado do palhaço mais esperto, que invariavelmente leva a culpa pelas armações, nunca fica com a mocinha e de vez em sempre toma uns tabefes bem dados. Sua única culpa? Desconhecer o que os mais entendidos chamam timing. Está sempre no lugar errado, na hora errada.
Acho que foi isso que eu perdi, há muito tempo atrás. Salvo minha notória esquizofrênia, mantida em níveis de convívio social por meio de Gadernal e outros remédios muito úteis para se escapar do serviço militar obrigatório, acho que tive algumas oportumiades para desembarcar minhas tropas em território tão caro a mim até hoje: seu coração. Entretanto, oportunidades só me são de alguma utilidade se posso desperdiçá-las... Difícil entender esse mórbido prazer orgásmico que aflui por meu corpo a cada chance jogada ao vento, mas, como dizem, cada um com suas taras e suas manias.
Hoje, sou tomado, quase que constantemente, pela vontade de botar para fora o que sinto por ela... Pego-me pensando se gostaria de saber sobre minha paixão... Gostaria de saber que a lembrança de seu rosto, mesmo que um pouco desgastada pelo tempo, acalenta minha alma, conforta-me, preenche meu ser de coragem para enfrentar os maus bocados que reservou para mim este maldito ano de 2005.
O desejo de revelar tudo que sinto por ela é sincero e totalmente desprovido de interesse. Não nutro a menor esperança de ser correspondido, de que essa revelação provoque uma profunda revolução em minha vidinha bem mais ou menos. Sei de todas as complicações que envolve uma relação com ela e, foram estas que me mantiveram distante. Afinal de conta, somos de tradições diferentes e, como se já não bastasse isso, somos de grupos sociais bem diversos. Vivemos em mundos diferentes, que se tocaram por uma dessas grandes ironias do destino, o verdadeiro grande palhaço do universo... A sublimação do que sinto foi, é e será sempre a atitude mais sensata. Mas apenas contar para ela sobre minha paixão, seria como me libertar de um prisão, seguir em frente... Cessaria a dor que sinto toda vez cruzar o túnel e adentrar seu mundo...
Faz tempo aprisiono isso dentro de mim. Talvez porque seja egoísta, e isso sou mesmo, na maior parte do tempo. Mas, antes, acho que guardo isso só para mim em minha caixa preta particular, pois sou o palhaço corvade do show... Aquele assecla desajeitado do palhaço mais esperto, que invariavelmente leva a culpa pelas armações, nunca fica com a mocinha e de vez em sempre toma uns tabefes bem dados. Sua única culpa? Desconhecer o que os mais entendidos chamam timing. Está sempre no lugar errado, na hora errada.
Acho que foi isso que eu perdi, há muito tempo atrás. Salvo minha notória esquizofrênia, mantida em níveis de convívio social por meio de Gadernal e outros remédios muito úteis para se escapar do serviço militar obrigatório, acho que tive algumas oportumiades para desembarcar minhas tropas em território tão caro a mim até hoje: seu coração. Entretanto, oportunidades só me são de alguma utilidade se posso desperdiçá-las... Difícil entender esse mórbido prazer orgásmico que aflui por meu corpo a cada chance jogada ao vento, mas, como dizem, cada um com suas taras e suas manias.
Hoje, sou tomado, quase que constantemente, pela vontade de botar para fora o que sinto por ela... Pego-me pensando se gostaria de saber sobre minha paixão... Gostaria de saber que a lembrança de seu rosto, mesmo que um pouco desgastada pelo tempo, acalenta minha alma, conforta-me, preenche meu ser de coragem para enfrentar os maus bocados que reservou para mim este maldito ano de 2005.
O desejo de revelar tudo que sinto por ela é sincero e totalmente desprovido de interesse. Não nutro a menor esperança de ser correspondido, de que essa revelação provoque uma profunda revolução em minha vidinha bem mais ou menos. Sei de todas as complicações que envolve uma relação com ela e, foram estas que me mantiveram distante. Afinal de conta, somos de tradições diferentes e, como se já não bastasse isso, somos de grupos sociais bem diversos. Vivemos em mundos diferentes, que se tocaram por uma dessas grandes ironias do destino, o verdadeiro grande palhaço do universo... A sublimação do que sinto foi, é e será sempre a atitude mais sensata. Mas apenas contar para ela sobre minha paixão, seria como me libertar de um prisão, seguir em frente... Cessaria a dor que sinto toda vez cruzar o túnel e adentrar seu mundo...

0 Comments:
Postar um comentário
<< Home